The Climate and Land Use Alliance is a collaborative initiative of the ClimateWorks Foundation, David and Lucile Packard Foundation, Ford Foundation, and Gordon and Betty Moore Foundation. The mission of the Alliance is to realize the potential of forested and agricultural landscapes to mitigate climate change, benefit people and protect the environment.
Climate and Land Use Alliance 235 Montgomery Street, 13th Floor San Francisco, California 94104
Fundação ClimateWorks, Fundação David e Lucile Packard, Fundação Ford, Fundação Gordon e Betty Moore, Environmental Defense Fund (EDF), Federal University of Pará,Fundação Avina, Fundação Getulio Vargas (FGV) Instituto de Pesquisa Ambiental de Amazonia (IPAM), Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB). Instituto Socioambiental (ISA) , The Nature Conservancy, Inc. (TNC), Woods Hole Research Center (WHRC), World Resources Institute (WRI), Instituto Floresta Tropical (IFT),
The World Bank is a vital source of financial and technical assistance to developing countries around the world.
1818 H Street, NW Washington, DC 20433 USA
WHRC, Inter-American Development Bank, Norwegian Agency for Development Cooperation.
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), empresa pública federal, fundada em 1952, é o principal instrumento de financiamento de longo prazo para a realização de investimentos em todos os segmentos da economia brasileira, com uma atuação que abrange as dimensões social, regional e ambiental. A missão do BNDES é a promoção do desenvolvimento sustentável do país. Em seu histórico de atuação, o Banco apresenta um legado de expressivos resultados para o desenvolvimento econômico e social do Brasil, tendo introduzido práticas inovadoras em gestão e responsabilidade socioambiental. No cumprimento de sua missão, tem como principal objetivo criar condições e instrumentos de apoio financeiro que lhe permitam responder aos desafios do desenvolvimento. O atendimento de suas diversas atividades requer a capacitação permanente de seus empregados, admitidos por concurso público de âmbito nacional. As decisões do BNDES são fundamentadas por diretrizes técnicas e são submetidas à auditoria e controle pelos órgãos constituídos para esse fim, havendo diversos mecanismos de responsabilização. O BNDES é também signatário do Protocolo Verde e expressa sua política socioambiental de forma pública e transparente, buscando a excelência no exercício de sua responsabilidade corporativa. Em seu planejamento corporativo para o período 2009-2014, o Banco elegeu a inovação, o desenvolvimento local e regional e o desenvolvimento socioambiental como os aspectos mais importantes do fomento econômico no contexto atual, e que devem ser promovidos e enfatizados em todos os empreendimentos por ele apoiados. O BNDES é o gestor do Fundo Amazônia, que teve sua criação autorizada pelo Decreto n° 6.527, de 01.08.2008, reforçando o seu compromisso histórico com o desenvolvimento de toda a sociedade brasileira.
Avenida República do Chile, 100 | Rio de Janeiro - RJ - Brasil - 20031-917
MUSA, Fundo Amazônia, : WWF, Agência de Cooperação da Alemanha (GTZ), BMZ (Ministério Alemão de Cooperação Econômica e Desenvolvimento), BMU (Ministério Alemão do Meio Ambiente), Fundo Global para o Meio Ambiente (GEF), governos do Acre, Amapá, Amazonas, MatoGrosso, Rondônia, Pará e Tocantins, Fundação de Apoio Institucional Muraki. Instituição executora interveniente –Universidade do Amazonas, SEPROR
A Bolsa de Valores Ambientais BVRio é uma associação civil sem fins lucrativos com a missão de desenvolver e promover mecanismos de mercado para a auxiliar o cumprimento de leis ambientais e o desenvolvimento sustentável com abrangência nacional. Seguindo prioridades estabelecidas em consulta com vários atores no Brasil, tornou-se óbvia a necessidade da BVRio atuar tanto na área rural como no meio urbano e no setor industrial. No que diz respeito à área rural, identificou-se a necessidade de apoiar o mercado dos mecanismos criados pela nova Lei Florestal Brasileira – Cotas de Reserva Ambiental, Compensação em Unidades de Conservação e Créditos de Reposição Florestal. No meio urbano, a BVRio já está em fase avançada de desenvolvimento de Créditos de Logística Reversa e Reciclagem, para apoiar o cumprimento das obrigações criadas pelo Programa Nacional de Resíduos Sólidos. No que diz respeito ao setor industrial, a BVRio vem trabalhando com o governo do Rio de Janeiro em desenvolver um sistema de comércio de cotas de emissão de Gases Efeito Estufa para servir de piloto para um programa nacional desenvolvido pelo governo federal. Fundada ao final de 2011, em Dezembro de 2012 a BVRio lançou sua plataforma de negociação, BVTrade, e o seu primeiro mercado - Cotas de Reserva Ambiental para cumprimento da nova Lei Florestal. Seis meses depois, este mercado já contava com mais de 1000 participantes, e mais de 1.000.000 ha de imóveis rurais ofertando Cotas de Reserva Ambiental. Além de prover uma plataforma de negociação e operar estes mercados, a BVRio atua, em cooperação com as autoridades competentes, na modelagem e criação de ativos ambientais de natureza regulatória que possam ser negociados em tal plataforma. Com este propósito, a BVRio celebrou Convênios de Cooperação com o Estado do Rio de Janeiro, o Município do Rio de Janeiro e ainda com o Amazonas e o Pará. A BVRio foi estruturada de modo a ter o envolvimento dos diversos setores da sociedade. Com três categorias de associados, tem representantes do setor empresarial, representantes de ONGs e do setor acadêmico, e cidadãos . Cada categoria de associados tem representação no Conselho, o qual conta também com representantes do governo. As funções executivas são exercidas por uma Secretaria Executiva. Hoje, o Conselho da BVRio inclui o CEBDS, o Funbio, a FBDS, o Sr Sergio Besserman, e representantes dos governos do Estado e da Cidade do Rio de Janeiro. Espera-se deste modo atingir diversos objetivos de natureza econômica e ambiental, incluindo o fomento da economia verde e a implementação de políticas públicas ambientais de modo mais eficiente, tanto para o Estado quanto para o setor empresarial, com benefícios para o meio ambiente e para a economia em geral. Mais informação pode ser encontrada nos sites www.bvrio.org e www.bvtrade.org.
Estrada Dona Castorina, n 124 Jardim Botânico Cep: 22.460-320
Subsecretaria de Economia Verde da SEA/RJ, Secretaria de Meio Ambiente do Amazonas, Secretaria de Municípios Verdes do Pará, Associacao Brasileira dos Ministerios Publicos Ambientais (ABRAMPA), Associação de Serviços Ambientais ASA Paragominas, Associação de Serviços Ambientais ASA Simpício, Santiago & Cintra Consultoria, Eco-Lógica, Fundação Getúlio Vargas, Shanghai Environment and Energy Exchange Co., Ltd (SEEE), E2 Sócio Ambiental, Agência Suíça de Desenvolvimento e Cooperação (Swiss Agency of Development and Cooperation – SDC), Forest Trends, UK Prosperity Fund, Climate and Land Use Alliance, ClimateWorks Foundation, Moore Foundation
O Centro de Pesquisa Florestal Internacional (CIFOR) é uma organização de pesquisa sem fins lucrativos sediada em Bogor, na Indonésia, com escritório no Brasil, cuja missão é promover o bem estar humano, a conservação ambiental e a equidade social, através da realização de pesquisas para informar práticas e políticas que afetam as florestas em países em desenvolvimento.
Jalan CIFOR Situ Gede, Sindang Barang, Bogor (Barat) 16115, Indonesia
African Development Bank (ADB), Australian Agency for International Development (AusAID), Australian Centre for International Agricultural Research (ACIAR), Australian National University,Austrian Development Agency, Brazilian Agricultural Research Corporation (EMBRAPA), Catholic Organisation for Relief and Development Aid (CORDAID), Centre de coopération internationale en recherche agronomique pour le développement (CIRAD) CGIAR SecretariatClimateWorks Foundation,Conservation International Foundation, Danish International Development Agency (DANIDA), Department for Environment, Food and Rural Affairs (DEFRA, UK), Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit, German Federal Ministry for Economic Cooperation and Development (GIZ/BMZ), Ecofys – Netherlands European Commission Federal Office for the Environment (FOEN, Switzerland), Fidelity Charitable Gift Fund, Food and Agriculture Organization of the United Nations (FAO), Ford Foundation, France (French Embassy in Cameroon), French Global Environment Facility (FFEM), Gordon and Betty Moore Foundation, Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazonia (IPAM), Instituto Nacional de Investigación y Technología Agraria Alimentaria (INIA, Spain), International Center for Tropical Agriculture (CIAT), International Development Research Centre (IDRC), International Food Policy Research Institute (IFPRI), International Union for Conservation of Nature (IUCN), Irish Aid, Met Office Hadley Centre – Government of the United Kingdom, The Consortium of International, Agricultural Research Centers, The Nature Conservancy (TNC), The U.S. Fish and,Wild life Service, United Kingdom – Department for International Development (DFID), United Nations Institute for Training and Research (UNITAR), United Nations Office on Drugs and Crime (UNODC), University of Wisconsin USA, Wageningen International, World Agroforestry Centre (ICRAF), World Bank. Traditional Comunities
A Forest Trends é uma organização internacional sem fins lucrativos baseada em Washington DC, EUA, fundada em 1999. A Forest Trends trabalha para expandir o valor das florestas para a sociedade, promover o manejo e a conservação florestal sustentável por meio da criação e captação de valores de mercado para serviços ambientais, apoiar projetos inovadores e empresas que desenvolvem esses novos mercados, e melhorar os meios de vida das comunidades que vivem nas florestas e no seu entorno. A Forest Trends analisa questões de mercado e políticas públicas, catalisa conexões entre produtores, comunidades e investidores, desenvolvendo novas ferramentas financeiras para fazer com que os mercados beneficiem a conservação e as comunidades.A Iniciativa Comunidades e Mercados do Forest Trends desenvolve iniciativas e estratégias que valorizam o papel das comunidades locais na manutenção dos serviços ambientais, contribuindo com o fortalecimento de suas capacidades de gestão territorial e garantia de seus direitos tradicionais. Neste sentido, o programa tem contribuído com a formação das lideranças comunitárias para a tomada de decisão informada, desenvolvido projetos piloto e assessorando na elaboração e implementação de políticas públicas de PSA e REDD que beneficiem comunidades locais. Promove ações na África e América Latina, sendo a região Amazônica brasileira o foco de suas principais atividades.
Forest Trends Association 1203 19th Street, NW 4th Floor Washington, DC 20036
The Governors’ Climate & Forests Fund (GCF Fund) is a non-profit, nimble and transparent climate finance facility which was established by the GCF Taskforce (GCF) (www.gcftaskforce.org), a unique sub-national collaboration between 22 jurisdictions from Brazil, Indonesia, Mexico, Nigeria, Peru, Spain, and the United States. The GCF Fund works with member states to support initiatives that reduce emissions from deforestation and forest degradation and demonstrate realistic pathways to achieving low emission rural development. Over 20% of the world’s tropical forests are in GCF states and provinces, including more than 75% of Brazil’s and more than half of Indonesia’s. The GCF Fund began operations in 2013 through a generous grant from the United States Department of State.
4730 Table Mesa Drive, Suite H-300 Boulder, CO 80305
The States of Acre and Mato Grosso, Brazil with the Earth Innovation Institute, Woods Hole Research Center
GCP started as an organisation focused primarily on canopy research, as an alliance of researchers aiming to investigate tropical forests and understand how best to catalyse action to stop its destruction. Today, GCP is a tropical forest think tank based in Oxford working through multidisciplinary networks worldwide. Our mission is to demonstrate the scientific, political and financial case for safeguarding tropical forests as natural capital essential to lasting human well-being and economic prosperity. To achieve this we focus on four key themes: Forests and Human Security, Drivers of Deforestation, Forests and Finance, and Natural Capital Accountability.
Global Canopy Programme 23 Park End Street Oxford UK OX1 1HU
UNEP FI, FGV, World Resources Institute, Metareila, Fundacao Amazonas Sustentavel, Alianca da Terra, Equipe de Conservacao da Amazonia, Jane Goodall Institute, GCP
The Governors’ Climate and Forests Task Force (GCF) is a unique subnational collaboration between 22 states and provinces from Brazil, Indonesia, Mexico, Nigeria, Peru, Spain, and the United States. The GCF seeks to advance jurisdictional programs designed to promote low emissions rural development and reduced emissions from deforestation and land use (REDD+) and link these activities with emerging greenhouse gas (GHG) compliance regimes and other pay-for-performance opportunities. More than 20% of the world’s tropical forests are in GCF states and provinces, including more than 75% of Brazil’s and more than half of Indonesia’s. The GCF includes states and provinces that are leading the way in building comprehensive, jurisdiction-wide approaches to low emissions development and REDD+ as well as the only jurisdiction in the world (California) that is considering provisions that would recognize offsets from REDD+ as part of its GHG compliance system.
University of Colorado Boulder School of Law UCB 27 2450 Kittredge Loop Boulder CO 80309
Climate Focus
A Rede GTA é formada por 20 coletivos regionais em nove estados brasileiros que ocupam mais da metade do tamanho do país, envolvendo mais de 600 entidades representativas de agricultores, seringueiros, indígenas, quilombolas, quebradeiras de coco babaçu, pescadores, ribeirinhos e entidades ambientalistas, de assessoria técnica, de comunicação comunitária e de direitos humanos. Com um grande número de projetos e mobilizações gerando novas políticas e atitudes ao lado de seus parceiros e outros fóruns socioambientais, a rede mostra que os maiores guardiões da biodiversidade e do futuro estão nas comunidades das matas, nos litorais, nos rios, nas florestas e demais remanescentes naturais.
QE 28, Conjunto Q, Casa 4 - Fundos Guará II - Brasilia, DF - CEP 71.060-172
– Federação dos Trabalhadores na Agricultura de Roraima FETAGRO – Federação dos Trabalhadores na Agricultura de Rondônia FETOPESCA – Federação Tocantinense de Pescadores FOIRN – Federação das Organizações Indígenas do Alto Rio Negro FPMT – Federação dos Pescadores do Mato Grosso Fundação Friedrich Ebert – Brasil Fundo DEMA FVA – Fundação Vitória Amazônica FVPP – Fundação Viver, Produzir e Preservar GPD – Grupo de Preservação e Desenvolvimento GRAIN – Genetic Resources Action International GRANAV – Grupo Ambiental Natureza Viva – Parintins Greenpeace Brasil GTNA – Grupo de Assessoria em Agroecologia IESA – Instituto de Estudos Socio-Ambientais – Instituto de Pesquisas Homem e Meio Ambiente na Amazônia IMENA – Instituto de Mulheres Negras do Amapá Instituto de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá Instituto Peabiru Instituto Terra Viva Intervozes – Coletivo Intervozes de Comunicação IPDA – Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento da Amazônia – Manaus ISA – Instituto Socioambiental KANINDÉ – Kanindé Associação de Defesa Etno Ambiental MAB – Movimento dos Atingidos por Barragens MIQCB – Movimento Interestadual das Quebradeiras de Coco Babaçu MMNEPA – Movimento de Mulheres do Nordeste Paraense MONAPE – Movimento Nacional dos Pescadores MST – Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra Nós Existimos – Movimento de união de agricultores e indígenas OELA – Oficina Escola de Lutheria da Amazônia OilWatch OPAN – Operação Amazônia Nativa OPITARJ – Organização dos Povos Indígenas de Tarauacá e Jordão OSR – Organização dos Seringueiros de Rondônia Ponto de Cultura do Nortão Projeto Étnico de Juventude Pega o Beco Projeto MAP – Projeto Madre de Dios, Acre e Pando PSA – Projeto Saúde e Alegria RAEFAP – Rede de Escolas Familiares Rurais do Estado do Amapá RAMH – Rede Acreana de Mulheres e Homens REBRIP – Rede Brasileira de Integração dos Povos Rede Amazônia Solidária Rede Brasil sobre Instituições Financeiras Multilaterais Rede Cerrado Rede de Informações Agroecológicas da Amazônia Rede de Justiça Ambiental Rede de Tecnologia Social Rede Florestal Amazônica Rede Norte Rios Vivos RITS – Rede de Informações do Terceiro Setor SBEE – Sociedade Brasileira de Etnoecologia e Etnobiologia SMDH – Sociedade Maranhense de Direitos Humanos SOS Amazônia Tijupá Agroecológica Tipiti Topawa-Káa – Rede Floresta de Inclusão Digital Trilhambiental – Produtora alternativa de mídia de Rio Branco (AC) WWF Brasil ADA – Agência de Desenvolvimento da Amazônia CPI-AC – Centro de Proteção ao Índio – Acre Departamento de Agroextrativismo e Desenvolvimento Sustentável do MMA FBB – Fundação Banco do Brasil FBB – Fundação Banco do Brasil / Prêmio Tecnologia Social FNMA – Fundo Nacional de Meio Ambiente Fome Zero – Conselho Nacional de Segurança Alimentar Funbio – Fundo Brasileiro para a Biodiversidade Inpa – Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia MCT – Ministério de Ciência e Tecnologia – Secretaria de Inclusão Social MDA – Ministério de Desenvolvimento Agrário MDS – Ministério do Desenvolvimento Social MINC – Ministério da Cultura MRE – Ministério de Relações Exteriores – Divisão de Novos Temas Museu Emílio Goeldi PESACRE – Grupo de Pesquisa e Extensão em Sistemas Agroflorestais do Acre PNF – Programa Nacional de Florestas Programa Agenda 21 Programa Cultura Viva Programa Proambiente PRONAF – Programa Nacional de Agricultura Familiar Rádio Nacional da Amazônia SEBRAE – Programa de Desenvolvimento Local SIPAM – Sistema Integrado de Proteção da Amazônia Territórios Rurais – Secretaria de Desenvolvimento Territorial
Imazon is a non-profit research institution classified as a Civil Society Public Interest Organization (OSCIP), whose mission is to promote sustainable development in the Amazon through studies, support for public policy formulation, broad dissemination of information and capacity building. The institute was founded in 1990, and its head office is located in the metropolitan region of Belém, Pará, Brazil. In 22 years of operation Imazon has published more than 500 technical papers, of which 212 were printed in international scientific journals or as chapters of books. The Institute has also published 52 books, 20 booklets, 20 numbers of the Amazônia Serie and 21 of The State of the Amazon Serie.
Rua Domingos Marreiros, 2020 - Fátima - CEP: 66.060-162 - Belém - Pará - Brasil
(IEB) Instituto Internacional de Educação do Brasil, (FASE) Federação de Órgãos para a Assistência Social e Educacional, WRI, ICV, TNC, Infoterra, Sekala, ICEL, Huma, Forest Watch Indonesia
O trabalho do ICV busca promover políticas públicas de sustentabilidade com base em estudos e análises, bem como através de experiências práticas no campo, além da comunicação socioambiental, capacitação e empoderamento de grupos sociais. O objetivo é conciliar a produção agropecuária e florestal com a conservação ambiental e recuperação dos ecossistemas naturais e de seus serviços. Uma característica importante é a atuação em parceria e em rede com outras organizações e coletivos de diversos setores da sociedade.
Endereço: Rua Américo Salgado, 1890, Santa Helena Cuiabá – MT – Brasil CEP: 78045-055
IPAM, GT REDD
Criado na cidade de Corumbá, Estado de Mato Grosso do Sul, o Instituto Homem Pantaneiro é uma organização não governamental, cuja missão é "preservar e conservar o Pantanal, resguardando as características físicas, biológicas e culturais, através do fomento à geração de conhecimento por pesquisas científicas e incentivo às parcerias institucionais." Assim, o IHP contribui para a conservação desse bioma através da gestão de áreas protegidas somado ao desenvolvimento de pesquisas científicas e parcerias, sendo uma instituição com perspectivas locais e regionais, preparada para receber, executar e produzir conhecimento na região da Serra do Amolar, onde o esforço da instituição está atualmente focado, bem como todo o Pantanal.
Instituto Acaia Pantanal Paque Nacional do Pantanal matogrossensse Instituto acaia pantanal fundação Ecotrópica
O IEb é uma organização que trabalha com as pessoas (indivíduos) e organizações para a construção de uma sociedade sustentável. Grande parte do esforço do IEB hoje está dedicado a atividades de Desenvolvimento Organizacional e Fortalecimento Institucional com foco em indivíduos, organizações e espaços públicos de gestão ambiental e territorial na Amazônia Brasileira.
SCLN 210 Bloco C salas 209/214 - CEP. 70862-530 - Brasília - DF
Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (COIAB), Conservação da Amazônia (ACT Brasil),
O Instituto Virtual Internacional de Mudanças Globais (Ivig), um centro ancorado na COPPE/UFRJ, desenvolve estudos e pesquisas em áreas interligadas e relacionadas às transformações globais. Foi criado em 1999, por iniciativa da Faperj – Secretaria de Ciência e Tecnologia, dentro de seu Programa de Institutos Virtuais, que fomenta estudos e pesquisas sobre tópicos selecionados, de natureza interdisciplinar, em redes apoiadas nas universidades e institutos científicos e tecnológicos sediados no Estado do Rio de Janeiro, em colaboração também com outros grupos de pesquisa do país e do exterior. O Ivig é uma instituição multidisciplinar, que opera em rede com grupos, articulando pesquisadores, Governo, empresas e instituições internacionais. Possui hoje uma equipe com 50 pesquisadores de áreas como energia, transportes, infraestrutura, entre outras, e a colaboração de outros especialistas de acordo com a demanda dos projetos. Esta equipe atua de forma integrada propondo políticas governamental ou empresarial e de esclarecimento e orientação para a sociedade. Atualmente, desenvolve projetos para diversos órgãos e empresas do governo, além de instituições e universidades nacionais e internacionais. O Instituto atua como um elemento de integração junto aos programas da COPPE e demais centros da UFRJ, bem como com outras universidades e institutos nacionais e internacionais. Uma de suas prioridades é a socialização do conhecimento científico e tecnológico para com a sociedade, contribuindo em alto nível para o entendimento, o equacionamento e o estudo de alternativas frente aos graves problemas locais, nacionais e mundiais, no que se refere à energia e suas intercessões. A proposta do Plano de Trabalho do Ivig foi elaborada na COPPE, como um desdobramento do Centro de Estudos Energéticos (Energe), associado ao Programa de Pós Graduação em Planejamento Energético da COPPE e implantado juntamente com o Projeto I-2000, apoiado pela Petrobras, de modernização dos laboratórios do Centro de Tecnologia da UFRJ. O Instituto também é membro da Rede de Conhecimento sobre Mudança do Clima – Climate Change Knowledge Network - CCKN, a qual inclui organizações seletas de países desenvolvidos e em desenvolvimento que estão engajados em pesquisas sobre políticas em mudanças climáticas.
Av. Pedro Calmon s/no, Prédio Anexo ao Centro de Tecnologia- Ilha do Fundão, Cidade Universitária - Rio de Janeiro-RJ - CEP: 21941-596
Instituto de Química da UFRJ (IQ), Escola de Química (EQ-UFRJ), Petrobras, UNESPAR, FURG, UNIFESP, UFES, UFRRJ
O Instituto de Conservação e Desenvolvimento Sustentável do Amazonas (IDESAM) é uma organização não governamental sem fins lucrativos, fundada no ano de 2004, de caráter independente e dirigida sob regime de direito privado. A sede do Instituto está localizada na cidade de Manaus, capital do Estado do Amazonas. O IDESAM é administrado por um conselho autônomo que é composto por indivíduos da sociedade civil que possuem interesse e relação com a Amazônia e participam voluntariamente da sua administração. Suas atividades e programas são implementados por uma equipe diversificada de profissionais e monitorados pelos conselhos e auditorias independentes. Os profissionais do IDESAM atuam na coordenação e execução de projetos, pesquisas e estudos científicos voltados à conservação e o desenvolvimento sustentável para a região amazônica. A produção científica é disponibilizada por meio de publicações técnicas, apresentações e participações em congressos e cursos como forma de estimular a discussão e o debate na busca de soluções criativas, originais e apropriadas aos problemas ambientais e sociais da Amazônia. Alia-se a isto, a promoção, a formação e a capacitação de recursos humanos nas áreas de atuação do Instituto. Os recursos financeiros do IDESAM são obtidos por meio de doações e contratos de pesquisa e são investidos em programas focados na prevenção e redução do desmatamento, mitigação das mudanças climáticas, erradicação da pobreza, promoção da conservação florestal e manejo dos recursos naturais. Todas as atividades, programas e fundos arrecadados pelo Instituto são monitorados por conselhos e auditorias independentes.
Rua Barão de Solimões, 12 Cj. Pq. das Laranjeiras - Flores 69058-250 - Manaus - Amazonas
O Imaflora tem como missão incentivar e promover mudanças nos setores florestal e agrícola, visando a conservação e o uso sustentável dos recursos naturais e a geração de benefícios sociais”. Na segunda frase, peço para substituir setor madeireiro, por setor florestal e agrícola. O Imaflora é hoje a única organização não governamental, sem fins lucrativos, atuando no setor madeireiro da Amazônia através da certificação florestal e da verificação de projetos de REDD+. Temos 18 anos de experiência em certificação socioambiental, somos responsáveis pela certificação FSC de uma área superior a 2,36 milhões de hectares de florestas na região norte e centro-oeste do Brasil, o equivalente a mais de 80% das florestas certificadas nesse bioma. Além disso, somos a única instituição a trabalhar com certificação e manejo florestal em comunidades tradicionais, incluindo manejo de produtos florestais não madeireiros em terras indígenas. O Imaflora é pioneiro na condução de auditorias em áreas de concessão de florestas nacionais e estaduais para a certificação FSC, sendo inclusive cadastrado junto ao INMETRO para realização de auditorias independentes dos contratos de concessão florestal, processo previsto na lei de gestão de florestas públicas. A comprovada experiência de nossa instituição com processos de certificação nos levou a iniciar em 2008 ações diretamente relacionadas ao clima e serviços ambientais, através da validação de projetos de carbono e do suporte a construção de políticas públicas nesse tema. Os projetos de REDD+ validados pelo Imaflora somam hoje na região Amazônica uma área próxima a 500 mil hectares. Parte destes projetos já foi inclusive verificada, gerando aos proponentes um montante total de quase seis milhões de créditos de carbono comercializáveis no âmbito do mercado voluntário, apenas no primeiro período de monitoramento. Somos responsáveis pela validação de metade dos projetos que envolvam mudança no uso da terra no Brasil, tanto nos sistemas CCB quanto VCS. O Imaflora existe para incentivar e promover mudanças nos setores florestal e agrícola, visando à conservação e o uso sustentável dos recursos naturais e a geração de benefícios sociais. Sua atuação na área de Clima e Serviços Ambientais é focada em aumentar o potencial dos mecanismos criados para a redução das emissões por desmatamento e degradação florestal (REDD+), contribuindo para que os mercados de carbono cresçam com credibilidade e consistência, incorporando aspectos socioambientais.
Estrada Chico Mendes, 185 Piracicaba – SP | Brasil CEP 13426-420
Fundo Vale, ICCO & Kernk in Actie, The Amazon Alternative, Nestlé/Nespresso, The David and Lucille, Packard Foundation, The Overbrook Foundation, Embaixada Britânica, National Wildlife Federation, Climate and Land Use Alliance, Fundação Caterpillar, Grupo de Trabalho da Sociedade Civil – Amigos da Terra Amazônia Brasileira, Conservação Internacional, Greenpeace, IPAM, The Nature Conservancy, WWF Brasil, Fundo Mundial para a Natureza, SEMA/Pará, Ideflor/Pará, Instituto Floresta Tropical, Instituto Cabruca, Cooperativa Agrícola de Gandú, OCT - Organização de Conservação de Terras do Baixo Sul da Bahia, Fundação Odebrecht, CAPPRU – Cooperativa Alternativa dos Pequenos Produtores Rurais e Urbanos, ADAFAX Associação para desenvolvimento da Agricultura Familiar no Alto Xingu, CEPLAC – Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira, FUNAI, FVPP, GIZ, ICMBio, INCRA, IPAM, ISA, SAGRI SEMAT SEMSA UFPA USP, ADAFAX IFT, ISA, CeClima, ICLEI, Juma Sustainable Development Reserve, Conservation Internacional, ICMBio
Fundado em 1995, o Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (IPAM) (www.ipam.org.br) cresceu como um instituto independente de pesquisa ambiental, e se transformou em um catalisador internacional de abordagens corajosas e inovadoras para a conservação de florestas tropicais e políticas relacionadas ao clima e uso do solo na região Pan Amazônica.. O IPAM atualmente possui escritórios sete cidades da Amazônia Legal e um em Brasília, DF. Durante a última década, o IPAM desenvolveu uma abordagem verdadeiramente integrada com o desenvolvimento sustentável, baseada em pesquisas rigorosas e em políticas relevantes e informada por programas de campo de longo prazo que desenvolvem, testam e refinam modelos de manejo de recursos pelos principais agentes agrícolas da região, desenvolvendo bem-sucedidas inovações políticas que têm sido absorvidas pelo governo, pelo setor privado e por organizações de base. Essa combinação entre uma abordagem integrada, pragmática em relação a questões de manejo da terra e de outros recursos, habilidade de engajar os grandes grupos de partes interessadas e de trabalhar simultaneamente em múltiplas escalas geográficas/ políticas – em nível global e local – são ingredientes chaves do sucesso do IPAM em lidar com os problemas ambientais do mundo hoje em dia. Atualmente o IPAM trabalha em 4 eixos estratégicos: 1.Governança socioambiental; 2.incentivos econômicos à sustentabilidade; 3.Atividades produtivas sustentáveis e 4.Vulnerabilidade e adaptação socioambiental.
Trav. Mauriti, 3398 - Altos Bairro: Marco Belém - PA | 66093-180
Internacionais: Global Cannopy Program; Earth Innovation Institute; EDF, KfW, ISA, WWF, IMC, PMV, PMMS, UFMG, Unicamp, FGV
A Ludovino Lopes Advogados (LLA) é um escritório de advocacia, com sede em São Paulo, que tem trabalhado com os temas ambientais, mudança de clima, serviços ambientais, ativos ambientais, conservação ambiental e florestal, tendo, também, participado ativamente na assessoria, criação e implantação de políticas públicas em âmbito federal, estadual e municipal. Atuando com alta qualificação, a equipe do escritório LLA, participa de importantes projetos relacionados à área de Mudanças Climáticas, mais precisamente no que se refere à elaboração e implementação de Políticas Públicas e Corporativas nas áreas de mudanças climáticas, conservação florestal, pagamento por serviços ambientais, mercados de ativos ambientais, energias renováveis e estruturação de projetos de Redução de Emissões no âmbito do Protocolo de Quioto, do mercado voluntário, e Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação – REDD+. Tais atividades têm sido prestadas para diversos clientes do Setor Público, Governos, Instituições Multilaterais, ONGs e grandes empresas da iniciativa privada, e devido à sua qualificação e atuação profissional, o LLA tem sido convidado para participar de grupos de trabalho de regulação jurídica, grupos de trabalho de regulação técnica, palestras nacionais e internacionais, workshops internacionais e outros.
Avenida Engenheiro Luís Carlos Berrini, 1748 1º andar – conjunto 102 CEP: 04571 – 000 Brooklin Novo, São Paulo – Brasil
Funbio, Hdom
Desde a sua fundação, em 1969, a Natura atua guiada por sua paixão pelos cosméticos e pelas relações e pela busca contínua da promoção do bem estar bem, da qualidade das relações e do desenvolvimento sustentável. Nosso negócio está apoiado no modelo de venda direta, que, hoje, reúne mais de 1,6 milhão de consultoras e consultores Natura (CNs), no Brasil e em nossas Operações Internacionais. Também contamos com aproximadamente 7 mil colaboradores no Brasil e nas OIs e trabalhamos em parceria com mais de 5 mil fornecedores e terceiros (empresas que fabricam produtos em nome da Natura), além de 32 comunidades fornecedoras e 3,1 mil famílias, que extraem os insumos da sociobiodiversidade utilizados em nosso portfólio. Nossa sede administrativa está localizada em Cajamar (SP), onde também mantemos três fábricas e o nosso Centro Global de Inovação, reconhecido como o maior laboratório de desenvolvimento cosmético da América Latina. Em Benevides (PA), dispomos de uma fábrica de sabonetes que, no início de 2014, mudou de endereço e foi ampliada, formando o Ecoparque – um complexo industrial liderado pela Natura que pretende ampliar nossa produção na região e atrair indústrias interessadas em desenvolver negócios sustentáveis. Benevides abriga, ainda, um centro de ciência e tecnologia, e, em Manaus (AM), mantemos o NINA (Núcleo de Inovação Natura Amazônia). Dispomos de quatro escritórios comerciais, em Salvador (BA), Alphaville (SP), Rio de Janeiro (RJ) e Porto Alegre (RS), e oito centros de distribuição no País. Em 2013, entrou em operação o Natura São Paulo (Nasp), espaço que abrange nossa nova unidade administrativa um moderno centro de distribuição (CDSP), responsável pelas entregas no interior de São Paulo. Com a abertura do novo CD, encerramos as atividades de nosso centro de distribuição de Cajamar. No início de 2014, concluímos as obras de expansão da unidade industrial de Cajamar, que concentrará a produção de cinco novas linhas de produtos das marcas Sou e Tododia. Nossa atuação na América Latina se concentra em Argentina (sede de nosso escritório regional), Chile, Colômbia, México e Peru. Cada país conta com um centro de distribuição para apoiar as suas respectivas operações. Por meio de distribuidores locais, os produtos da marca chegam também à Bolívia. Na França, nossa presença segue um modelo diferenciado, que combina a venda de produtos ao desenvolvimento de pesquisas por meio de parcerias com instituições de referência. Em 2013, inauguramos um novo centro de inovação, em Nova York (Estados Unidos), que ajudará a tornar nosso processo de inovação cada vez mais global. Também completamos o primeiro ano da aquisição da Aesop, marca australiana focada no segmento premium de cosméticos e com atuação em Oceania, Ásia, Europa e América do Norte. Nossa expectativa é abrir a primeira loja da Aesop no Brasil ainda em 2014. A administração da Natura e da Aesop seguem independentes.
Instituto Socioambiental (ISA) Nascentes do Rio Xingu (MT) Instituto BioAtlântica (Ibio) Parque Nacional do Pau-Brasil e no Parque Nacional do Monte Pascoal, Porto Seguro (BA) Instituto Perene Sustainable Carbon Instituto Ecológico wwf Ecológica Assessoria Instituto IPE
No Programa Brasil Mata Viva (BMV), produtores rurais se unem em Núcleos de Desenvolvimento - através de associações legitimadas - que assumem o compromisso da Proteção das suas áreas de Floresta. Os recursos pagos à esses produtores rurais, devido ao serviço de proteção ambiental por eles prestado (PSA), são utilizados para promover o desenvolvimento regional, através de ações de fomento à produção sustentável de alimentos, geração de energia renovável e investimentos sociais. Atualmente o programa BMV possui 238 propriedades rurais certificadas envolvidas no projeto, que somam 748.000 hectares de área total, sendo 500.000 hectares de Florestas Preservadas e 248.000 hectares produtivos (de forma sustentável). A partir da aplicação do ‘Programa BMV’ são gerados as UCS BMV (Unidades de Crédito de Sustentabilidade do Brasil Mata Viva), que é caracterizado com um Bem Intangível, Incorpóreo e Transacionável, que pode ser utilizado: * Como Ativo Intangível que pode ser Incorporado no Balanço Patrimonial de Governos e Empresas; * Como Títulos que estão aptos para obter Benefícios Fiscais (ICMS, ISS, etc.) em alguns Estados Federativos; * Como Títulos para lastros em operações de crédito e como título colateral para PPPs; * Como Créditos de Carbono (emissões voluntárias); * Como Títulos para compensação ambiental e social; * Como Instrumento para alavancagem de recursos na promoção do desenvolvimento sustentável regional; * Como Cotas de participação nas SPE's.
Rua 9 nº 1647 - Setor Marista Goiânia - GO 74150-130 Brasil
Associação de Produtores Rurais - Madeira Mata Viva. Governo do Estado do Mato Grosso do Sul; Governo do Estado de Goiás; MAPA (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento); ICMBio; EMATER Goiás.BMTCA (Reino Unido); Macrae&CO LLP (Reino Unido); Lyndon Energy (Reino Unido) e Pyromex AG (Suíça); IMEI Consultoria Ambiental; BTAAB – Transação de Ativos Ambientais do Brasil; UNESP (Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho”); TÜV Rheinland do Brasil; IDESA (Instituto de Desenvolvimento Econômico e Sócio-Ambiental); FEPAF (Fundação de Estudos e Pesquisas Agrícolas e Florestais); FEPISA (Fundação de Ensino, Pesquisa e Extensão de Ilha Solteira; Brasil Ecostandards; SGEO Soluções Ambientais; Terra Agroambiental; RTL Consultoria Empresarial; ‘AUS Consultoria Empresarial’; Associação de Produtores Rurais - Araguaia Mata Viva; SGPA (Sociedade Goiana de Pecuária e Agricultura do Estado de Goiás). Governo do Estado do Mato Grosso; Associação de Produtores Rurais – Xingu Mata Viva; Associação de Produtores Rurais – Teles Pires Mata Viva; “Associação de Produtores Rurais – Arinos Pires Mata Viva
Palácio Paiaguás, Rua C, CEP: 78050-970 - Cuiabá - Mato Grosso CNPJ: 03.507.415/0023-50
Padrao para projetos voluntarios de creditos de carbono.
1730 Rhode Island Avenue, NW Suite 803 Washington, DC 20036
The Climate Group, The International Emissions Trading Association (IETA), The World Business Council for Sustainable Development (WBCSD), International Organization for Standardization (ISO), The European Climate Foundation, The Syngenta Foundation for Sustainable Agriculture, FAS, Biocarbon Fund.
CLUABanco MundialBNDESBVRioCIFORForest TrendsGCF FundGCPGoverno doMato GrossoGCFGTAImazonICVIHPIEBIVIGIdesamIMAFLORAIPAMLLANaturaBrasil Mata vivaSEMAVCS