The World Bank is a vital source of financial and technical assistance to developing countries around the world.
1818 H Street, NW USA Washington, DC 20433
WHRC, Inter-American Development Bank, Norwegian Agency for Development Cooperation.
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), empresa pública federal, fundada em 1952, é o principal instrumento de financiamento de longo prazo para a realização de investimentos em todos os segmentos da economia brasileira, com uma atuação que abrange as dimensões social, regional e ambiental. A missão do BNDES é a promoção do desenvolvimento sustentável do país. Em seu histórico de atuação, o Banco apresenta um legado de expressivos resultados para o desenvolvimento econômico e social do Brasil, tendo introduzido práticas inovadoras em gestão e responsabilidade socioambiental. No cumprimento de sua missão, tem como principal objetivo criar condições e instrumentos de apoio financeiro que lhe permitam responder aos desafios do desenvolvimento. O atendimento de suas diversas atividades requer a capacitação permanente de seus empregados, admitidos por concurso público de âmbito nacional. As decisões do BNDES são fundamentadas por diretrizes técnicas e são submetidas à auditoria e controle pelos órgãos constituídos para esse fim, havendo diversos mecanismos de responsabilização. O BNDES é também signatário do Protocolo Verde e expressa sua política socioambiental de forma pública e transparente, buscando a excelência no exercício de sua responsabilidade corporativa. Em seu planejamento corporativo para o período 2009-2014, o Banco elegeu a inovação, o desenvolvimento local e regional e o desenvolvimento socioambiental como os aspectos mais importantes do fomento econômico no contexto atual, e que devem ser promovidos e enfatizados em todos os empreendimentos por ele apoiados. O BNDES é o gestor do Fundo Amazônia, que teve sua criação autorizada pelo Decreto n° 6.527, de 01.08.2008, reforçando o seu compromisso histórico com o desenvolvimento de toda a sociedade brasileira.
Avenida República do Chile, 100 | Rio de Janeiro - RJ - Brasil - 20031-917
MUSA, Fundo Amazônia, WWF, Agência de Cooperação da Alemanha (GTZ), BMZ (Ministério Alemão de Cooperação Econômica e Desenvolvimento), BMU (Ministério Alemão do Meio Ambiente), Fundo Global para o Meio Ambiente (GEF), governos do Acre, Amapá, Amazonas, MatoGrosso, Rondônia, Pará e Tocantins, Fundação de Apoio Institucional Muraki. Instituição executora interveniente –Universidade do Amazonas, SEPROR
A Bolsa de Valores Ambientais BVRio é uma associação civil sem fins lucrativos com a missão de desenvolver e promover mecanismos de mercado para a auxiliar o cumprimento de leis ambientais e o desenvolvimento sustentável com abrangência nacional. Seguindo prioridades estabelecidas em consulta com vários atores no Brasil, tornou-se óbvia a necessidade da BVRio atuar tanto na área rural como no meio urbano e no setor industrial. No que diz respeito à área rural, identificou-se a necessidade de apoiar o mercado dos mecanismos criados pela nova Lei Florestal Brasileira – Cotas de Reserva Ambiental, Compensação em Unidades de Conservação e Créditos de Reposição Florestal. No meio urbano, a BVRio já está em fase avançada de desenvolvimento de Créditos de Logística Reversa e Reciclagem, para apoiar o cumprimento das obrigações criadas pelo Programa Nacional de Resíduos Sólidos. No que diz respeito ao setor industrial, a BVRio vem trabalhando com o governo do Rio de Janeiro em desenvolver um sistema de comércio de cotas de emissão de Gases Efeito Estufa para servir de piloto para um programa nacional desenvolvido pelo governo federal. Fundada ao final de 2011, em Dezembro de 2012 a BVRio lançou sua plataforma de negociação, BVTrade, e o seu primeiro mercado - Cotas de Reserva Ambiental para cumprimento da nova Lei Florestal. Seis meses depois, este mercado já contava com mais de 1000 participantes, e mais de 1.000.000 ha de imóveis rurais ofertando Cotas de Reserva Ambiental. Além de prover uma plataforma de negociação e operar estes mercados, a BVRio atua, em cooperação com as autoridades competentes, na modelagem e criação de ativos ambientais de natureza regulatória que possam ser negociados em tal plataforma. Com este propósito, a BVRio celebrou Convênios de Cooperação com o Estado do Rio de Janeiro, o Município do Rio de Janeiro e ainda com o Amazonas e o Pará. A BVRio foi estruturada de modo a ter o envolvimento dos diversos setores da sociedade. Com três categorias de associados, tem representantes do setor empresarial, representantes de ONGs e do setor acadêmico, e cidadãos . Cada categoria de associados tem representação no Conselho, o qual conta também com representantes do governo. As funções executivas são exercidas por uma Secretaria Executiva. Hoje, o Conselho da BVRio inclui o CEBDS, o Funbio, a FBDS, o Sr Sergio Besserman, e representantes dos governos do Estado e da Cidade do Rio de Janeiro. Espera-se deste modo atingir diversos objetivos de natureza econômica e ambiental, incluindo o fomento da economia verde e a implementação de políticas públicas ambientais de modo mais eficiente, tanto para o Estado quanto para o setor empresarial, com benefícios para o meio ambiente e para a economia em geral. Mais informação pode ser encontrada nos sites www.bvrio.org e www.bvtrade.org
Estrada Dona Castorina, n 124 Jardim Botânico Cep: 22.460-320 Rio de Janeiro / Brasil
Subsecretaria de Economia Verde da SEA/RJ, Secretaria de Meio Ambiente do Amazonas, Secretaria de Municípios Verdes do Pará, Associacao Brasileira dos Ministerios Publicos Ambientais (ABRAMPA), Associação de Serviços Ambientais ASA Paragominas, Associação de Serviços Ambientais ASA Simpício, Santiago & Cintra Consultoria, Eco-Lógica, Fundação Getúlio Vargas, Shanghai Environment and Energy Exchange Co., Ltd (SEEE), E2 Sócio Ambiental, Agência Suíça de Desenvolvimento e Cooperação (Swiss Agency of Development and Cooperation – SDC), Forest Trends, UK Prosperity Fund, ClimateWorks Foundation,
A Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza é uma instituição sem fins lucrativos, com sede em Curitiba, Paraná, e atuação em todo o Brasil. Criada em setembro de 1990 com a missão promover e realizar ações para a conservação da natureza em todo o Brasil, é fruto da inspiração de Miguel Krigsner, fundador do Boticário e atual presidente do Conselho de Administração do Grupo Boticário. A Fundação Grupo Boticário apoia projetos de outras organizações, protege áreas naturais próprias, investe em mecanismos inovadores, dissemina conhecimento e sensibiliza a sociedade para que a conservação da natureza seja reconhecida como uma das causas mais relevantes para o mundo. A Fundação Grupo Boticário apoia projetos de outras organizações, protege áreas naturais próprias, investe em mecanismos inovadores, dissemina conhecimento e sensibiliza a sociedade para que a conservação da natureza seja reconhecida como uma das causas mais relevantes para o mundo. A primeira iniciativa da Fundação Grupo Boticário foi o apoio a projetos de conservação desenvolvidos por outras instituições. Desde a sua criação, a instituição doou U$ 10,6 milhões para 1.266 iniciativas de cerca de 400 instituições em todo o Brasil, o que permitiu a descoberta de 37 novas espécies de plantas e animais, o estudo de mais de 167 espécies ameaçadas de extinção, e beneficiou 235 unidades de conservação. Por meio de suas duas Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPNs), a Fundação Grupo Boticário protege mais de 11 mil hectares de Mata Atlântica e de Cerrado, dois dos biomas mais ameaçados no Brasil. A Reserva Natural Salto Morato está localizada em Guaraqueçaba, litoral do Paraná e é considerada Patrimônio Natural da Humanidade pela Unesco. A Reserva Natural Serra do Tombador, fica em Cavalcante, no interior de em Goiás, preserva fauna e flora únicas da região e contribui na proteção do entorno do Parque Nacional Chapada dos Veadeiros. Em 2006 a Fundação lançou o Projeto Oásis, uma iniciativa pioneira no país de pagamento por serviços ecossistêmicos (serviços prestados pela natureza, como a produção de água doce, de oxigênio e regulação do clima) em áreas de manancial. Implantado inicialmente em São Paulo, o mecanismo de premiação aos proprietários de áreas conservadas pelo fornecimento por serviços ecossistêmicos também é aplicado no Projeto Oásis Apucarana, no interior do Paraná. Todas essas ações ajudam ainda a amenizar os impactos das mudanças climáticas globais, já que evitar o desmatamento de florestas e de outras áreas naturais é um dos principais caminhos para a diminuição das emissões de gases de efeito estufa na atmosfera. Além disso, a Fundação Grupo Boticário desenvolve um projeto que tem como objetivo propor práticas de manejo que reduzam os impactos das mudanças climáticas sobre espécies e ecossistemas em áreas prioritárias para a conservação. Como parte deste projeto, em 2010, a instituição lançou o Bio&Clima – Lagamar, um polo de pesquisas sobre vulnerabilidade e adaptação de espécies e ecossistemas às mudanças climáticas, localizado na região do Mosaico de Áreas Protegidas do Lagamar, no litoral do Paraná e litoral sul de São Paulo. A partir de 2011 serão apoiadas, por meio do edital de apoio a projetos, iniciativas capazes de contribuir para a solução de lacunas de conhecimento identificadas nesta temática do polo. Os projetos serão financiados pela Fundação e instituições parceiras. Na área de políticas públicas de mudanças climáticas, a Fundação Grupo Boticário coordena o Observatório do Clima, rede de ONGs e movimentos sociais, e também é membro e fundadora do Fórum Curitiba sobre Mudanças Climáticas. http://www.fundacaogrupoboticario.org.br/PT-BR/Documents/StaticFiles/imprensa/imprensa_apoio_sobre.pdf
Organização de Conservação da Terra (OCT); Associação Mineira de Defesa do Ambiente (Amda) e Ministério Público de Minas Gerais; Fundação Neotrópica; Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos; Sociedade de Pesquisa em Vida Selvagem e Educação Ambiental (SPVS); Governo de Santa Catarina; Prefeitura Municipal de São Bento do Sul; Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente de São Paulo; Prefeitura Municipal de São José dos Campos; Companhia de Saneamento do Tocantins (Foz|Saneatins)
The Governors’ Climate & Forests Fund (GCF Fund) is a non-profit, nimble and transparent climate finance facility which was established by the GCF Taskforce (GCF) (www.gcftaskforce.org), a unique sub-national collaboration between 22 jurisdictions from Brazil, Indonesia, Mexico, Nigeria, Peru, Spain, and the United States. The GCF Fund works with member states to support initiatives that reduce emissions from deforestation and forest degradation and demonstrate realistic pathways to achieving low emission rural development. Over 20% of the world’s tropical forests are in GCF states and provinces, including more than 75% of Brazil’s and more than half of Indonesia’s. The GCF Fund began operations in 2013 through a generous grant from the United States Department of State.
4730 Table Mesa Drive, Suite H-300 Boulder, CO 80305
The Governors’ Climate and Forests Task Force (GCF) is a unique subnational collaboration between 22 states and provinces from Brazil, Indonesia, Mexico, Nigeria, Peru, Spain, and the United States. The GCF seeks to advance jurisdictional programs designed to promote low emissions rural development and reduced emissions from deforestation and land use (REDD+) and link these activities with emerging greenhouse gas (GHG) compliance regimes and other pay-for-performance opportunities. More than 20% of the world’s tropical forests are in GCF states and provinces, including more than 75% of Brazil’s and more than half of Indonesia’s. The GCF includes states and provinces that are leading the way in building comprehensive, jurisdiction-wide approaches to low emissions development and REDD+ as well as the only jurisdiction in the world (California) that is considering provisions that would recognize offsets from REDD+ as part of its GHG compliance system.
University of Colorado Boulder School of Law UCB 27 2450 Kittredge Loop Boulder CO 80309
Climate Focus Norad
A Rede GTA é formada por 20 coletivos regionais em nove estados brasileiros que ocupam mais da metade do tamanho do país, envolvendo mais de 600 entidades representativas de agricultores, seringueiros, indígenas, quilombolas, quebradeiras de coco babaçu, pescadores, ribeirinhos e entidades ambientalistas, de assessoria técnica, de comunicação comunitária e de direitos humanos. Com um grande número de projetos e mobilizações gerando novas políticas e atitudes ao lado de seus parceiros e outros fóruns socioambientais, a rede mostra que os maiores guardiões da biodiversidade e do futuro estão nas comunidades das matas, nos litorais, nos rios, nas florestas e demais remanescentes naturais.
QE 28, Conjunto Q, Casa 4 - Fundos Guará II - Brasilia, DF - CEP 71.060-172
– Federação dos Trabalhadores na Agricultura de Roraima FETAGRO – Federação dos Trabalhadores na Agricultura de Rondônia FETOPESCA – Federação Tocantinense de Pescadores FOIRN – Federação das Organizações Indígenas do Alto Rio Negro FPMT – Federação dos Pescadores do Mato Grosso Fundação Friedrich Ebert – Brasil Fundo DEMA FVA – Fundação Vitória Amazônica FVPP – Fundação Viver, Produzir e Preservar GPD – Grupo de Preservação e Desenvolvimento GRAIN – Genetic Resources Action International GRANAV – Grupo Ambiental Natureza Viva – Parintins Greenpeace Brasil GTNA – Grupo de Assessoria em Agroecologia ICV – Instituto Centro de Vida IESA – Instituto de Estudos Socio-Ambientais IMENA – Instituto de Mulheres Negras do Amapá Instituto de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá Instituto Peabiru Instituto Terra Viva Intervozes – Coletivo Intervozes de Comunicação IPDA – Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento da Amazônia – Manaus ISA – Instituto Socioambiental KANINDÉ – Kanindé Associação de Defesa Etno Ambiental MAB – Movimento dos Atingidos por Barragens MIQCB – Movimento Interestadual das Quebradeiras de Coco Babaçu MMNEPA – Movimento de Mulheres do Nordeste Paraense MONAPE – Movimento Nacional dos Pescadores MST – Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra Nós Existimos – Movimento de união de agricultores e indígenas OELA – Oficina Escola de Lutheria da Amazônia OilWatch OPAN – Operação Amazônia Nativa OPITARJ – Organização dos Povos Indígenas de Tarauacá e Jordão OSR – Organização dos Seringueiros de Rondônia Ponto de Cultura do Nortão Projeto Étnico de Juventude Pega o Beco Projeto MAP – Projeto Madre de Dios, Acre e Pando PSA – Projeto Saúde e Alegria RAEFAP – Rede de Escolas Familiares Rurais do Estado do Amapá RAMH – Rede Acreana de Mulheres e Homens REBRIP – Rede Brasileira de Integração dos Povos Rede Amazônia Solidária Rede Brasil sobre Instituições Financeiras Multilaterais Rede Cerrado Rede de Informações Agroecológicas da Amazônia Rede de Justiça Ambiental Rede de Tecnologia Social Rede Florestal Amazônica Rede Norte Rios Vivos RITS – Rede de Informações do Terceiro Setor SBEE – Sociedade Brasileira de Etnoecologia e Etnobiologia SMDH – Sociedade Maranhense de Direitos Humanos SOS Amazônia Tijupá Agroecológica Tipiti Topawa-Káa – Rede Floresta de Inclusão Digital Trilhambiental – Produtora alternativa de mídia de Rio Branco (AC) WWF Brasil ADA – Agência de Desenvolvimento da Amazônia CPI-AC – Centro de Proteção ao Índio – Acre Departamento de Agroextrativismo e Desenvolvimento Sustentável do MMA FBB – Fundação Banco do Brasil FBB – Fundação Banco do Brasil / Prêmio Tecnologia Social FNMA – Fundo Nacional de Meio Ambiente Fome Zero – Conselho Nacional de Segurança Alimentar Inpa – Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia MCT – Ministério de Ciência e Tecnologia – Secretaria de Inclusão Social MDA – Ministério de Desenvolvimento Agrário MDS – Ministério do Desenvolvimento Social MINC – Ministério da Cultura MRE – Ministério de Relações Exteriores – Divisão de Novos Temas Museu Emílio Goeldi PESACRE – Grupo de Pesquisa e Extensão em Sistemas Agroflorestais do Acre PNF – Programa Nacional de Florestas Programa Agenda 21 Programa Cultura Viva Programa Proambiente PRONAF – Programa Nacional de Agricultura Familiar Rádio Nacional da Amazônia SEBRAE – Programa de Desenvolvimento Local SIPAM – Sistema Integrado de Proteção da Amazônia Territórios Rurais – Secretaria de Desenvolvimento Territorial USAID Brasil – Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional
O Grupo IBOPE atua no segmento de meio ambiente a partir do IBOPE Ambiental, unidade de negócios criada em 2011, que trabalha com certificação de projetos e inventários de gases de efeito estufa, consultoria em gestão de emissões, sustentabilidade e serviços ecossistêmicos, além de apoio ao licenciamento ambiental de grandes projetos. É a primeira e única empresa do Brasil acreditada pela Organização das Nações Unidas (ONU) a certificar projetos de crédito de carbono no âmbito do Protocolo de Kyoto. O IBOPE Ambiental carrega em seu trabalho todo o conhecimento de uma empresa que há mais de 70 anos pesquisa a opinião e o comportamento dos brasileiros.
Alameda Santos, 2101 – SP/SP. CEP 01419-002
Centro de Estudos em Sustentabilidade da Fundação Getúlio Vargas (GVces),
Fundado no ano 2000, o Instituto Ecológica (IE) é uma OSCIP (Organização da Sociedade Civil de Interesse Público), que tem a missão de atuar na diminuição dos efeitos das mudanças do clima, através de atividades de pesquisa científica; conservação, preservação do meio ambiente, e apoio ao desenvolvimento sustentável das comunidades. Com sede em Palmas (TO), tem escritório de representação em São Paulo. No âmbito das Mudanças Climáticas, a atuação do IE se destaca pelo pioneirismo, ao conceber e executar o primeiro projeto de seqüestro de carbono do Brasil, na Ilha do Bananal, com o diferencial de garantir o envolvimento das comunidades na iniciativa. Este trabalho resultou na criação da “metodologia do Carbono Social”, cujo desafio é transformar os objetivos do desenvolvimento sustentável em realidade, por meio de ações que promovam o desenvolvimento comunitário e a responsabilidade sócio-empresarial. Por seu caráter holístico e dinâmico, com confiabilidade e eficiência, a metodologia está sendo certificada por entidade independente e replicada em diversas regiões do Brasil, América Latina e Europa.
Address: Q 103 NORTE, AVENIDA JK, CONJUNTO 01, LOTE 26, 155, sala 8-B
Feira Agrotecnológica do Tocantins - AGROTINS; Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Tocantins; Unitins Agro; SEBRAE-TO - Universidade Católica do Tocantins, - Ruraltins, - Secretaria da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, - Cert Ativa (nova denominação de Ibope Ambiental); - Carbon Check (Pty) Ltd - Instituto CNA; Conservação Internacional Brasil, Fundo Nacional do Meio Ambiente, Banco Interamericano de desenvolvimento, Seagro, Eletronorte, AES Tietê, Unitins Agro: Setor de Pesquisa Agropecuária, Fundo Care Brasil de Carbono Social, Programa Petrobras Ambiental, Petrobras , SEBRAE-TO, HSBC solidariedade, Ministério do Desenvolvimento Agrário, Ministério da Cultura, Ateliê Brasil, Natura, Instituto edp, Universidade de Aveiro, Universidade Católica do Tocantins, Embaixada do Japão, Escola Técnica Federal, Ruraltins, Secretaria da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Markit Environmental Registry, South Pole Carbon, Ekobil, Bureau Veritas Certification, Tuv Nord – BRTUV, Tuv Rheinland Group, Rina, China Environmental United Certification Center Co., Ltd (CEC), GTE Carbon, Instituto Suiço Federal de Tecnologia Zurich (ETH); Fundação para o Desenvolvimento Sustentável (FSD) - Países Baixos; Organização para o Diálogo e o manejo de Conflitos (IDC) – Áustria; Fundación Neotrópica (NEOTROPICA) – Costa Rica; Fundação de Apoio a Pesquisa Agrícola (FUNDAG), Verified Carbon Standard (VCS), American Carbon Registry (ACR)
O Instituto de Conservação e Desenvolvimento Sustentável do Amazonas (IDESAM) é uma organização não governamental sem fins lucrativos, fundada no ano de 2004, de caráter independente e dirigida sob regime de direito privado. A sede do Instituto está localizada na cidade de Manaus, capital do Estado do Amazonas. O IDESAM é administrado por um conselho autônomo que é composto por indivíduos da sociedade civil que possuem interesse e relação com a Amazônia e participam voluntariamente da sua administração. Suas atividades e programas são implementados por uma equipe diversificada de profissionais e monitorados pelos conselhos e auditorias independentes. Os profissionais do IDESAM atuam na coordenação e execução de projetos, pesquisas e estudos científicos voltados à conservação e o desenvolvimento sustentável para a região amazônica. A produção científica é disponibilizada por meio de publicações técnicas, apresentações e participações em congressos e cursos como forma de estimular a discussão e o debate na busca de soluções criativas, originais e apropriadas aos problemas ambientais e sociais da Amazônia. Alia-se a isto, a promoção, a formação e a capacitação de recursos humanos nas áreas de atuação do Instituto. Os recursos financeiros do IDESAM são obtidos por meio de doações e contratos de pesquisa e são investidos em programas focados na prevenção e redução do desmatamento, mitigação das mudanças climáticas, erradicação da pobreza, promoção da conservação florestal e manejo dos recursos naturais. Todas as atividades, programas e fundos arrecadados pelo Instituto são monitorados por conselhos e auditorias independentes.
O Imaflora tem como missão incentivar e promover mudanças nos setores florestal e agrícola, visando a conservação e o uso sustentável dos recursos naturais e a geração de benefícios sociais”. Na segunda frase, peço para substituir setor madeireiro, por setor florestal e agrícola O Imaflora é hoje a única organização não governamental, sem fins lucrativos, atuando no setor madeireiro da Amazônia através da certificação florestal e da verificação de projetos de REDD+. Temos 18 anos de experiência em certificação socioambiental, somos responsáveis pela certificação FSC de uma área superior a 2,36 milhões de hectares de florestas na região norte e centro-oeste do Brasil, o equivalente a mais de 80% das florestas certificadas nesse bioma. Além disso, somos a única instituição a trabalhar com certificação e manejo florestal em comunidades tradicionais, incluindo manejo de produtos florestais não madeireiros em terras indígenas. O Imaflora é pioneiro na condução de auditorias em áreas de concessão de florestas nacionais e estaduais para a certificação FSC, sendo inclusive cadastrado junto ao INMETRO para realização de auditorias independentes dos contratos de concessão florestal, processo previsto na lei de gestão de florestas públicas. A comprovada experiência de nossa instituição com processos de certificação nos levou a iniciar em 2008 ações diretamente relacionadas ao clima e serviços ambientais, através da validação de projetos de carbono e do suporte a construção de políticas públicas nesse tema. Os projetos de REDD+ validados pelo Imaflora somam hoje na região Amazônica uma área próxima a 500 mil hectares. Parte destes projetos já foi inclusive verificada, gerando aos proponentes um montante total de quase seis milhões de créditos de carbono comercializáveis no âmbito do mercado voluntário, apenas no primeiro período de monitoramento. Somos responsáveis pela validação de metade dos projetos que envolvam mudança no uso da terra no Brasil, tanto nos sistemas CCB quanto VCS. O Imaflora existe para incentivar e promover mudanças nos setores florestal e agrícola, visando à conservação e o uso sustentável dos recursos naturais e a geração de benefícios sociais. Sua atuação na área de Clima e Serviços Ambientais é focada em aumentar o potencial dos mecanismos criados para a redução das emissões por desmatamento e degradação florestal (REDD+), contribuindo para que os mercados de carbono cresçam com credibilidade e consistência, incorporando aspectos socioambientais.
Estrada Chico Mendes, 185 Piracicaba – SP | Brasil CEP 13426-420
Fundo Vale, ICCO & Kernk in Actie, The Amazon Alternative, Nestlé/Nespresso, The David and Lucille, Packard Foundation, The Overbrook Foundation, Embaixada Britânica, National Wildlife Federation, Fundação Caterpillar, Grupo de Trabalho da Sociedade Civil – Amigos da Terra Amazônia Brasileira, Greenpeace, The Nature Conservancy, WWF Brasil, Fundo Mundial para a Natureza, SEMA/Pará, Ideflor/Pará, Instituto Floresta Tropical, Instituto Cabruca, Cooperativa Agrícola de Gandú, OCT - Organização de Conservação de Terras do Baixo Sul da Bahia, Fundação Odebrecht, CAPPRU – Cooperativa Alternativa dos Pequenos Produtores Rurais e Urbanos, ADAFAX Associação para desenvolvimento da Agricultura Familiar no Alto Xingu, IIEB – Instituto Internacional de Educação do Brasil, CEPLAC – Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira, FUNAI, FVPP, GIZ, INCRA, ISA, SAGRI SEMAT SEMSA UFPA USP, ADAFAX, TNC, IFT. ISA, CeClima, ICLEI, Juma Sustainable Development Reserve, Conservation Internacional, ICMBio
O Imazon é um instituto de pesquisa cuja missão é promover o desenvolvimento sustentável na Amazônia por meio de estudos, apoio à formulação de políticas públicas, disseminação ampla de informações e formação profissional. O Instituto foi fundado em 1990, e sua sede fica em Belém, Pará. Em 22 anos de existência, o Imazon publicou mais de 500 trabalhos técnicos, dos quais cerca de 212 foram veiculados como artigos em revistas científicas internacionais ou como capítulos de livros. Além disso, o Instituto publicou mais de 100 artigos técnicos, 54 livros , 20 livretos , 20 números da Série Amazônia e 22 números da série O Estado da Amazônia, além de 45 publicações classificadas como Outros. O Que Fazemos Pesquisa As atividades de pesquisa do Imazon incluem diagnóstico socioeconômico dos usos do solo na Amazônia; desenvolvimento de métodos para avaliação e monitoramento desses usos; realização de projetos demonstrativos; análise de políticas públicas de uso do solo; e elaboração de cenários e modelos de desenvolvimento sustentável para essas atividades econômicas. O trabalho do Instituto fundamenta-se nos seguintes princípios: Interdisciplinaridade. Permite uma abordagem holística e transversal dos vários temas que influenciam a sustentabilidade da Amazônia. Os estudos incluem análises econômicas e sociais, geográficas, ecológicas, políticas, legais e institucionais. Busca de soluções. Os estudos estão direcionados à solução de problemas de uso e conservação dos recursos naturais na Amazônia. Abordagem empírica. O Imazon enfatiza a observação e a coleta sistemática de dados primários sobre o uso e a conservação dos recursos naturais na Amazônia. Método científico. O Imazon conduz análises objetivas e isentas baseadas em métodos científicos comprovados na literatura especializada. Políticas Públicas Os estudos do Imazon têm contribuído de forma efetiva para a elaboração de políticas públicas de largo alcance na Amazônia. As principais contribuições têm sido em áreas estratégicas como ordenamento territorial (zoneamento e regularização fundiária), criação e implantação de Unidades de Conservação, aperfeiçoamento dos sistemas de comando e controle (com ênfase na monitoração com imagens de satélite), melhoria na aplicação da lei de crimes ambientais (mecanismos para garantir a punição efetiva dos infratores), instrumentos de fomento (por exemplo, crédito para as atividades de uso sustentável), recomendações para o licenciamento ambiental e normas técnicas de manejo florestal, entre outras. Em muitas ocasiões, o Imazon tem sido convidado a integrar comissões técnicas, assistir os tomadores de decisão na esfera do executivo, legislativo e judiciário ajudar na elaboração de políticas públicas e de pareceres sobre temas complexos e emergentes no debate regional. Disseminação A disseminação dos resultados dos estudos do Imazon é feita por meio de revistas científicas nacionais e internacionais indexadas (Science , Nature , Proceedings of the National Academy of Science , Forest Ecology and Management , Conservation Biology , Revista de Direito Ambiental , International Journal of Remote Sensing , Ciência Hoje etc.), manuais, vídeos, livretos, livros, artigos técnicos e resumos com recomendações para políticas públicas. A maioria dos nossos estudos está disponível para downloads na sessão Publicações . Formação Profissional Um dos objetivos do Imazon é formar pesquisadores com capacidade analítica e experiência de campo, voltados ao entendimento e solução dos problemas ambientais da Amazônia. O trabalho no Instituto envolve a elaboração de um projeto de pesquisa, coleta e análise dos dados e apresentação dos resultados em artigos científicos e reuniões profissionais. Já são mais de 150 profissionais treinados em ecologia, engenharia florestal, direito ambiental, economia rural, geoprocessamento, planejamento regional e políticas públicas. Muitos desses profissionais atuam com posição de destaque em outras organizações ambientais, no setor privado e em instituições públicas.
Rua Domingos Marreiros, 2020 - Fátima - CEP: 66.060-162 - Belém - Pará - Brasil
(IEB) Instituto Internacional de Educação do Brasil, (FASE) Federação de Órgãos para a Assistência Social e Educacional, WRI, ICV, TNC, Infoterra, Sekala, ICEL, Huma, Forest Watch Indonesia.
A Ludovino Lopes Advogados (LLA) é um escritório de advocacia, com sede em São Paulo, que tem trabalhado com os temas ambientais, mudança de clima, serviços ambientais, ativos ambientais, conservação ambiental e florestal, tendo, também, participado ativamente na assessoria, criação e implantação de políticas públicas em âmbito federal, estadual e municipal. Atuando com alta qualificação, a equipe do escritório LLA, participa de importantes projetos relacionados à área de Mudanças Climáticas, mais precisamente no que se refere à elaboração e implementação de Políticas Públicas e Corporativas nas áreas de mudanças climáticas, conservação florestal, pagamento por serviços ambientais, mercados de ativos ambientais, energias renováveis e estruturação de projetos de Redução de Emissões no âmbito do Protocolo de Quioto, do mercado voluntário, e Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação – REDD+. Tais atividades têm sido prestadas para diversos clientes do Setor Público, Governos, Instituições Multilaterais, ONGs e grandes empresas da iniciativa privada, e devido à sua qualificação e atuação profissional, o LLA tem sido convidado para participar de grupos de trabalho de regulação jurídica, grupos de trabalho de regulação técnica, palestras nacionais e internacionais, workshops internacionais e outros.
Av. Engenheiro Luís Carlos Berrini, 1748 / 1º andar – conj. 102 / CEP: 04571 – 000 / Brooklin Novo, São Paulo – Brasil
Hdom
Desde a sua fundação, em 1969, a Natura atua guiada por sua paixão pelos cosméticos e pelas relações e pela busca contínua da promoção do bem estar bem, da qualidade das relações e do desenvolvimento sustentável. Nosso negócio está apoiado no modelo de venda direta, que, hoje, reúne mais de 1,6 milhão de consultoras e consultores Natura (CNs), no Brasil e em nossas Operações Internacionais. Também contamos com aproximadamente 7 mil colaboradores no Brasil e nas OIs e trabalhamos em parceria com mais de 5 mil fornecedores e terceiros (empresas que fabricam produtos em nome da Natura), além de 32 comunidades fornecedoras e 3,1 mil famílias, que extraem os insumos da sociobiodiversidade utilizados em nosso portfólio. Nossa sede administrativa está localizada em Cajamar (SP), onde também mantemos três fábricas e o nosso Centro Global de Inovação, reconhecido como o maior laboratório de desenvolvimento cosmético da América Latina. Em Benevides (PA), dispomos de uma fábrica de sabonetes que, no início de 2014, mudou de endereço e foi ampliada, formando o Ecoparque – um complexo industrial liderado pela Natura que pretende ampliar nossa produção na região e atrair indústrias interessadas em desenvolver negócios sustentáveis. Benevides abriga, ainda, um centro de ciência e tecnologia, e, em Manaus (AM), mantemos o NINA (Núcleo de Inovação Natura Amazônia). Dispomos de quatro escritórios comerciais, em Salvador (BA), Alphaville (SP), Rio de Janeiro (RJ) e Porto Alegre (RS), e oito centros de distribuição no País. Em 2013, entrou em operação o Natura São Paulo (Nasp), espaço que abrange nossa nova unidade administrativa um moderno centro de distribuição (CDSP), responsável pelas entregas no interior de São Paulo. Com a abertura do novo CD, encerramos as atividades de nosso centro de distribuição de Cajamar. No início de 2014, concluímos as obras de expansão da unidade industrial de Cajamar, que concentrará a produção de cinco novas linhas de produtos das marcas Sou e Tododia. Nossa atuação na América Latina se concentra em Argentina (sede de nosso escritório regional), Chile, Colômbia, México e Peru. Cada país conta com um centro de distribuição para apoiar as suas respectivas operações. Por meio de distribuidores locais, os produtos da marca chegam também à Bolívia. Na França, nossa presença segue um modelo diferenciado, que combina a venda de produtos ao desenvolvimento de pesquisas por meio de parcerias com instituições de referência. Em 2013, inauguramos um novo centro de inovação, em Nova York (Estados Unidos), que ajudará a tornar nosso processo de inovação cada vez mais global. Também completamos o primeiro ano da aquisição da Aesop, marca australiana focada no segmento premium de cosméticos e com atuação em Oceania, Ásia, Europa e América do Norte. Nossa expectativa é abrir a primeira loja da Aesop no Brasil ainda em 2014. A administração da Natura e da Aesop seguem independentes.
Instituto Socioambiental (ISA) Instituto Centro de Vida (ICV) Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola (IMAFLORA) Nascentes do Rio Xingu (MT) Instituto BioAtlântica (Ibio) Parque Nacional do Pau-Brasil e no Parque Nacional do Monte Pascoal, Porto Seguro (BA) Instituto Perene Sustainable Carbon wwf Ecológica Assessoria Instituto IPE
Criada em Janeiro de 2011, a Secretaria do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semades) sucedeu a Secretaria de Recursos Hídricos e Meio Ambiente, ganhando nova estrutura e novas diretrizes, sendo a responsável pela gestão das políticas ambientais do Estado, assim como pela gestão e planejamento dos recursos hídricos. Além disso, a Semades é o principal suporte para funcionamento de dois importantes conselhos do Tocantins: o Conselho Estadual do Meio Ambiente (Coema) e o Conselho Estadual de Recursos Hídricos (CERH). Outra ponta de atuação da Semades é na busca de recursos e parcerias para desenvolvimento dos projetos da área ambiental do Estado. Em 1° de março de 2012, foram transferidas para a Semades, através da Medida Provisória n° 3, as competências da Secretaria da Agricultura, da Pecuária e do Desenvolvimento Agrário referentes à gestão de energia limpas. E consequentemente a estrutura operacional da Secretaria do Meio Ambiente foi redefinida. A Semades passou a contar com três diretorias gerais e uma superintendência: a) Diretoria Geral de Meio Ambiente e Florestas, b) Diretoria Geral de Planejamento e Gestão de Recursos Hídricos, c) Diretoria Geral de Fundos Ambientais e Captação de Recursos e d) Superintendência de Produção de Energias Limpas.
Esplanada das Secretarias, Praça dos Girassóis, s/n°, Centro, Palmas - Tocantins CEP 77.001-002
Fórum dos Secretários do Meio Ambiente da Amazônia Legal Fundação UnirG e parcerias com o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Tocantins (IFTO), Universidade Federal do Tocantins (UFT), prefeituras municipais e organizações não governamentais.
A Sustainable Carbon é a co-desenvolvedora líder em projetos de redução de emissões de gases do efeito estufa (GEE) para o mercado de carbono na América Latina. Conectamos empresários, desenvolvedores de projetos, empresas, ONGs, governos, associações e indivíduos ao redor do mundo, com o objetivo final de equilibrar as emissões globais e atingir o desenvolvimento sustentável por meio da transferência de tecnologia e do financiamento. Fazemos isso através de mecanismos técnicos e inovadores aprovados pelo mercado de carbono que quantificam as reduções das emissões de gases de efeito estufa (GEE), estabelecendo um preço sobre esse serviço ambiental e permitindo assim o comércio internacional desta commodity única, o crédito de carbono, de modo a permitir que aqueles que reduzem suas emissões se beneficiem através do financiamento para que seus projetos possam ser implementados. Somos especialistas no desenvolvimento de projetos de energia renovável, de substituição de combustível, compostagem, co-geração e projetos de biomassa e projetos florestais, preservando assim ecossistemas ameaçados e capacitando o desenvolvimento de pequenas comunidades. Nossos projetos implementam as melhores práticas para o desenvolvimento sustentável, sendo que para a maioria dos crédito de carbono que validamos utilizamos os padrões Gold Standard, Verified Carbon Standard (VCS) e o SOCIALCARBON® Standard, que garantem o desempenho e a qualidade das atividades. Nossas soluções para gestão de gases de efeito estufa permitem que as organizações e indivíduos possam entender e reduzir seus impactos ambientais, atingindo resultados que possibilitam o equilíbrio das emissões globais e contribuindo para o desenvolvimento sustentável das comunidades em todo o mundo. • Somos a empresa líder mundial em desenvolvimento de projetos para o mercado voluntário (VER), gerenciando um portfolio com mais de 45 projetos validados e mais de 10M de toneladas em reduções de emissões •Pioneira no desenvolvimento de melhores práticas sustentáveis​​, validando o primeiro projeto SOCIALCARBON® em 2008 e o primeiro projeto Gold Standard para o mercado voluntário no Brasil em 2011 •Mais de 70 pequenas comunidades foram beneficiadas através dos créditos de carbono gerados para o desenvolvimento sustentável •Soluções de GEE para mais de 100 empresas em todo mundo
Rua Dr. Bacelar, 368 Conjunto 131 - Vila Clementino - São Paulo/SP - Brazil
Governo do Estado do Amazonas, Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (SDS), Centro Estadual de Mudanças Climáticas (Ceclima), Secretaria de Estado de Mineração, Geodiversidade e Recursos Hídricos, Sistema de Incentivo a Serviços Ambientais – Acre (SISA), Instituto de Mudanças Climáticas e Regulação de Serviços Ambientais (IMC), Serviço Florestal Brasileiro (SFB), Ministério de Ciência Tecnologia e Inovação (MCTI), Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM), IBAMA, ICMBio, Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), o Instituto Ecológica (IE), Instituto Floresta Tropical (IFT), Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (IPAM), Instituto Amazônia Sustentável (IAS), Governadores para o Clima (GCF), Serviço Brasileiro de Apoio às Mico e Pequenas Empresas (SEBRAE), Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI), WinRock International, SOCIALCARBON Standard, Verified Carbon Standard, Gold Standard, American Carbon Registry, Associação dos Ceramistas do Estado do Amazonas (ACERAM), IDESAM, Fundação Centro de Promoção Humana de Cacau e Pirêra, Escola Senador João Bosco Ramos de Lima, Creche Municipal Sandro Braga, Instituto de Proteção Ambiental do Estado do Amazonas (IPAAM), o IBOPE Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística Ltda, Bureau Veritas Certification Holding SAS, RINA S.p.A, TÜV Rheinland (China) Ltd., Carbon Check (Pty) Ltd, TÜV Nord Cert GmbH NATURA, Banco Santander, Novoa Cerâmica, Cerâmica Montemar, Ceramir, Litiara, Cerâmica Ximenes, Cerâmica Nova Veneza, Cerâmica Rio Negro, Cerâmica Novicel, Cerâmica Fronteira, Bio Assets, Agência Verde, a Ecomapuá Conservação Ltda.. Natura
The GCF Fund is assisting Tocantins’ efforts to address deforestation by supporting an initiative to analyze the potential of reducing deforestation by promoting improved cattle raising techniques through climate finance. Combined with enhanced forest governance, improved productivity in the cattle sector has the potential to reduce pressure on forest resources while increasing the income of farmers. In collaboration with local researchers, approximately 200 cattle ranchers are being engaged through a series of workshops and questionnaires to gauge the interest and feasibility of implementing such a program. The questionnaires will be used to evaluate levels of environmental compliance on farm properties, gauge the interest of stakeholders to participate in climate finance schemes, develop strategies to assist ranchers in meeting or exceeding minimum forest area requirements, and encourage ranchers to register with the Tocantins Rural Environmental Registry (CAR) and the Environmental Licensing Program (LAU). The information collected by researchers will be compiled and analyzed to create a database of land use and land cover with existing properties, an essential step in effectively implementing the Rural Environmental Registry. In addition to gauging the feasibility of reducing deforestation by addressing cattle production, the project will support the effective participation of local landowners in developing a strategy for low emission development.
Banco MundialBNDESBVRioGrupo BoticárioGCF FundGoverno doTocantinsGCFGTAIBOPEInstitutoEcológicaIdesamIMAFLORAIMAZONLLANaturaSEMADESSustainableCarbonAddressingCattle Ranchingas a Driver ofDeforestation